Goiânia faz operação contra resíduos no Setor Central
Ação reuniu secretarias municipais, Guarda Civil Metropolitana, Comurg e Polícia Militar após reclamações de moradores sobre problemas ambientais e de segurança.
A Prefeitura de Goiânia realizou, na quinta-feira (5/11), uma operação para desocupar e limpar um imóvel na Rua 72, no Setor Central. O espaço funcionava irregularmente como depósito de materiais e área de reciclagem. Além disso, o local acumulava resíduos e gerava reclamações de moradores da região.
O Gabinete de Gestão Integrada Municipal (GGIM) coordenou a ação, que reuniu diferentes órgãos municipais e a Polícia Militar. O objetivo foi enfrentar problemas relacionados à segurança, à saúde pública e ao bem-estar da população.
Operação reuniu equipes de diferentes órgãos
A fiscalização contou com a participação das secretarias municipais de Eficiência (Sefic), de Política Social para as Mulheres, Assistência Social e Direitos Humanos (Semasdh), de Saúde (SMS) e de Infraestrutura (Seinfra).
Também participaram a Guarda Civil Metropolitana (GCM), a Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) e a Polícia Militar.
Durante a operação, as equipes fiscalizaram o imóvel, retiraram resíduos e adotaram medidas administrativas para impedir a continuidade da ocupação irregular.
Imóvel já tinha sido interditado
O local já havia recebido uma interdição em uma operação anterior. Entretanto, o espaço continuava apresentando problemas relacionados ao acúmulo de materiais e ao uso irregular da área.
Diante da situação, os responsáveis receberam orientações para providenciar a limpeza. A interdição continua em vigor. Portanto, quem retomar as atividades sem autorização poderá ser encaminhado à delegacia por descumprimento de embargo ambiental.
Além disso, estabelecimentos que trabalham com reciclagem precisam cumprir exigências legais para funcionar. Entre elas estão o alvará municipal de localização e funcionamento e a licença ambiental.
Moradores relatam problemas há um ano e meio
A operação ocorreu após reclamações de moradores, que apontaram o agravamento da situação ao longo de aproximadamente um ano e meio.
Segundo os relatos, o imóvel passou a concentrar grandes quantidades de resíduos. Com isso, aumentaram a circulação de pessoas e veículos e a presença de pragas, como baratas, ratos e escorpiões.
Os moradores também demonstraram preocupação com a segurança. De acordo com os relatos, pessoas em situação de rua e usuários de drogas frequentavam o espaço, o que aumentava o receio de pequenos delitos na região.
Entre os problemas mencionados estavam furtos e possíveis casos de receptação.
Fiscalização busca impedir novas irregularidades
Com a ação integrada, a Prefeitura busca interromper o uso irregular do imóvel e reduzir os problemas apontados pela comunidade.
Enquanto isso, a interdição permanece válida. A retomada das atividades depende do cumprimento das exigências legais e da autorização dos órgãos competentes.
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Fonte: Guarda Civil Metropolitana (GCM) — Prefeitura de Goiânia.
Crédito da foto: GCM.
