Polilaminina mostra avanço no tratamento de lesões na medula
Aplicação da substância associada à reabilitação permitiu que seis pacientes apresentassem avanços na recuperação dos movimentos e da mobilidade.
Estudos conduzidos pela equipe da pesquisadora Tatiana Sampaio, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), apontam resultados promissores no tratamento de lesões na medula espinhal com o uso da polilaminina.
Em etapas experimentais realizadas com um grupo reduzido de pacientes, a aplicação da substância foi associada a um intenso processo de reabilitação. Ao todo, seis pessoas com tetraplegia apresentaram progressos significativos na recuperação de movimentos e mobilidade.
Substância busca estimular regeneração
A tecnologia atua sobre as fibras nervosas comprometidas pelo trauma. A proposta é estimular processos relacionados à regeneração e ao religamento dessas estruturas.
Segundo as informações apresentadas no estudo, os resultados observados ocorreram durante um processo que combinou a aplicação da polilaminina com uma rotina intensa de reabilitação.
Os avanços registrados nos pacientes representam um resultado promissor para pesquisas voltadas à recuperação de pessoas que sofreram lesões na medula espinhal.
Apesar dos resultados iniciais, os estudos ainda estão relacionados a etapas experimentais com um grupo reduzido de pacientes. Por isso, os resultados devem ser analisados dentro do contexto da pesquisa e de seu estágio de desenvolvimento.
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Fonte: Instagram Fatos Desconhecidos
Crédito da foto: Tatiana Sampaio é professora da UFRJ desde 1995 (./Divulgação)
