Aava Santiago representa o Cerrado no Festival Bancada Feminina da COP30
A vereadora Aava Santiago (PSDB) leva a voz do Cerrado para o Festival Bancada Feminina na COP30, evento que integra a programação do Festival Curicaca – Festival Internacional de Inovação e Sustentabilidade da Indústria, realizado em Brasília nesta terça-feira (7).
Representando um dos biomas mais ameaçados do país, Aava participa do painel Eixo 1 – Biomas e Territórios, que reúne lideranças políticas e ambientais para debater o papel das mulheres na formulação de políticas públicas voltadas à preservação ambiental.
Durante sua participação, a parlamentar defende o Cerrado como símbolo de resistência e fonte de soluções sustentáveis, destacando a importância de políticas que integrem meio ambiente, justiça social e desenvolvimento.
“É uma honra levar a voz do Cerrado para um debate de alcance nacional. Precisamos mostrar que a preservação da biodiversidade e dos territórios é inseparável do protagonismo das mulheres na política”, afirmou Aava Santiago.
A vereadora também participa da construção da Carta das Mulheres para a COP30, documento que reunirá propostas concretas de políticas climáticas com perspectiva de gênero e será apresentado na conferência internacional, em Belém (PA).
O painel contará ainda com a presença de outras representantes de diferentes biomas brasileiros, como Soraya Thronicke (Pantanal), Marina Helou (Mata Atlântica), Daiana Santos (Pampas), Jussara Lima (Caatinga) e Eliziane Gama (Amazônia). A mediação ficará por conta de Ana Carolina Araújo, do Instituto AzMina, uma das organizadoras do evento em parceria com a Quero Você Eleita (QVE).
O festival segue até quarta-feira (8) e propõe um espaço de escuta ativa e diálogo suprapartidário entre mulheres que ocupam posições de liderança em diferentes áreas. A programação aborda temas como economia verde, financiamento, inovação, representatividade e sustentabilidade, culminando com a elaboração coletiva da carta oficial para a COP30.
“A proposta da Bancada Feminina é inspiradora. Ao reunir mulheres de biomas, de partidos e de realidades diferentes, o evento mostra que é possível pensar o futuro do planeta com diálogo, empatia e ação coletiva. Esse é o tipo de política em que acredito – uma política feita de escuta, presença e coragem. O Cerrado ensina isso: mesmo em meio à seca, ele floresce. E é assim que nós, mulheres, seguimos transformando os territórios, a política e o mundo”, concluiu Aava.
