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Deolane Bezerra é presa em operação contra lavagem de dinheiro

Influenciadora foi alvo de ação da Polícia Civil de São Paulo que investiga suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado a facção criminosa.

A influenciadora digital e advogada Deolane Bezerra foi presa na manhã desta quinta-feira (21) durante uma operação da Polícia Civil de São Paulo. A ação investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro relacionado a uma facção criminosa.

Segundo as investigações, Deolane é suspeita de envolvimento em movimentações financeiras ligadas ao grupo criminoso. A polícia aponta que a influenciadora teria participado de transações envolvendo uma transportadora de cargas investigada por supostamente lavar dinheiro para integrantes da organização.

Operação mira suspeitos ligados à facção

Além da prisão de Deolane, a operação também cumpriu outros cinco mandados de prisão preventiva. Entre os alvos está Marcos Willians Herbas Camacho, conhecido como Marcola, apontado pelas autoridades como líder da facção investigada. Ele já se encontra preso.

De acordo com os investigadores, contas bancárias pessoais da empresária teriam sido utilizadas para movimentar valores considerados suspeitos. A notoriedade da influenciadora e seu padrão financeiro elevado teriam servido, segundo a polícia, para dar aparência de legalidade às operações milionárias.

Bens milionários podem ser bloqueados

A investigação também pediu o bloqueio de veículos avaliados em aproximadamente R$ 8 milhões. Além disso, a Justiça analisa o congelamento de mais de R$ 300 milhões em contas ligadas aos investigados na operação.

Histórico de investigação

Em 2024, Deolane e sua mãe chegaram a ser presas preventivamente durante uma operação da Polícia Civil de Pernambuco. Na ocasião, ambas foram investigadas por suposta participação em organização criminosa voltada à lavagem de dinheiro e exploração de jogos ilegais.

Na época, a influenciadora deixou a prisão para cumprir prisão domiciliar, mas retornou ao sistema prisional após descumprir uma medida cautelar determinada pela Justiça. Depois de 20 dias, mãe e filha foram liberadas oficialmente.

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Fonte: UOL

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