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Marconi Perillo critica mudanças no IPASGO e promete reconstrução do plano

O pré-candidato ao governo de Goiás, Marconi Perillo, afirmou que o atual governo “destruiu” o IPASGO ao promover alterações que, segundo ele, prejudicam servidores públicos e comprometem a sustentabilidade histórica do plano. A declaração foi feita durante pronunciamento em que o ex-governador detalhou críticas ao novo modelo implantado.

De acordo com Perillo, a criação de um novo plano de saúde teria sido uma estratégia para “fugir das licitações”, resultando em um serviço mais caro e com qualidade inferior. Ele afirma que a baixa adesão teria levado o governo a adotar uma “medida perversa”: o envio de um projeto de lei à Assembleia Legislativa aumentando em 30% a cobrança por dependente do plano ativo.

Para o pré-candidato, essa decisão viola o princípio da solidariedade que, segundo ele, sustentou o IPASGO por seis décadas. “No modelo tradicional, quem ganha mais contribui mais, ajudando quem ganha menos. É isso que mantém o sistema equilibrado, sem penalizar o servidor público, especialmente o que recebe menos”, declarou.

Perillo acrescentou que a tendência é que muitos servidores abandonem o plano, o que elevaria os custos individuais e agravaria o déficit. Ele defendeu que o problema do IPASGO não será resolvido com o fim do plano ativo, mas com gestão eficiente: contratação de serviços com preços justos, valorização dos atendimentos e fim do repasse de recursos para empresas de fora.

O ex-governador afirmou ainda que, em suas gestões, o IPASGO foi “moralizado”, com dívidas pagas, legislação modernizada e superávits devolvidos ao plano. Ao final, garantiu que, se eleito, irá “reconstruir o IPASGO de verdade”.


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